
março 9, 2010
Basicamente, o job é iniciado com um pedido (que pode ser um problema ou uma necessidade) do cliente. A partir disso, é elaborado um briefing, espécie “mapa”, conjunto de informações fornecidas pelo cliente que irão guiar o job até sua conclusão (solução).
Do seu início até sua conclusão pode haver uma equipe enxuta, com pessoas assumindo multifunções, como por exemplo o dono exercendo a função de atendimento/diretor de criação e um diretor de arte/arte-finalista. Em equipes mais completas, além das funções mais definidas, podemos encontrar profissionais como tráfego, mídia, planejamento, RTVC, produção gráfica, publicitários, redatores, ilustradores, entre outros…
Para uma melhor visualização de como funciona o andamento de um job, confira o esquema abaixo:


março 5, 2010
Já vi vários tipos de anúncios para preencher uma vaga na área criativa, desde apresentação de um portifólio, passando por exigências de requisitos dos mais variados, a concursos. Recentemente, recebi um anúncio para estágio em uma agência de São Paulo que me chamou a atenção por algumas exigências, digamos, peculiares.
“Os interessados deverão:
- Estar cursando do 6º ao 8º semestre de curso superior em design.
- Ter Inteligência.
- Ter Paciência.
- Possuir habilidade no desenho de símbolos.
- Gostar de desenho de letterings e logotipos.
- Gostar de projetos gráficos.
- Dominar o Corel. (sim é verdade!)
- Saber trabalhar em equipe.
- Que não use o termo “logomarca”.
- Que goste MUITO do desenvolvimento de marcas.
- Que não tenha ego inflado nem complexo de inferioridade.
- Que saiba levar o trabalho a sério.
- Que saiba (ou imagine) que branding e identidade visual NÃO são a mesma coisa.
- Que possa assumir responsabilidades.
- Que possa assumir responsabilidades e cumprí-las.
- Que não acredite em DOM DIVINO.
- Que não tenha medo de errar.
- Que não cometa o mesmo erro duas vezes.
- Que goste de ler.
- Que não use numerologia ou feng-shui no projeto de marcas.
- Que saiba que o mercado de trabalho e academia não são coisas opostas.
- Que tenha bom humor.
- E por fim… que entenda que tudo isso que está acima parece brincadeira, mas que na verdade é algo muito sério.”

março 4, 2010

As investidas da Capcom em Street Fighter IV parece que ainda não terminaram. Como dito no post anterior sobre o assunto, além do novos tratamentos que os personagens receberam e da boa combinação de técnicas 2D e 3D, os traços caligráficos e as manchas de tintas utilizados pelo character designer Daigo Ikeno são os diferenciais dessa nova série, dando o aspecto de ilustrações feitas a mão. Estes recursos ficaram ainda mais marcante nesta versão, criando um impacto visual muito interessante ao dar mais ênfase aos movimentos. Alguns estilos de pintura podem ser selecionados pelo jogador nas configurações do game.
Além da inclusão de novas roupas, cenários, ultra combos e personagens consagrados em versões anteriores (e um inédito), a nova investida vem com mais alguns retoques no visual. Tudo indica que será melhor que a versão anterior. O lançamento está previsto para abril de 2010 e, enquanto isso, podemos conferir as belas artworks.




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fevereiro 6, 2010

Estereótipos… Atire a primeira pedra aquele profissional/profissão que não os tenha. Geralmente, estas características tão peculiares acabam passando despercebidas para quem as têm, mas não para quem assiste a tudo pelo lado de fora, e acabam por virar piada. Designers, programadores, publicitários e nerds de plantão são figuras bastante estereotipadas, as atitudes e costumes de alguns acabam se tornando as de todos.
Com base nesses hábitos foi criado uma lista com 50 razões para não se casar com um designer gráfico. Claro que está mais pra gozação do que conselhos propriamente ditos, então pode ficar tranquila(o) se você estava pensando em casar com um(a) designer. Dificilmente ele terá todas essas características (talvez umas 40 no máximo, rs…).
No entato, não podemos negar que seria mais trágico se não fosse cômico.
- Há milhões e milhões de designers no mundo.
- São egoístas e egôcentricos.
- Todos tem salários baixos.
- Não aceitam críticas (recebem mas não as entendem).
- Eles odeiam outros designers.
- Não sabem somar nem subtrair quando vão ao mercado.
- Não sabem mudar uma lâmpada sem fazer um esboço
- Gostam de ver os créditos completos do filme (e cenas cortadas).
- Não deixam você decorar a sua casa.
- Tudo é um grande brainstorm (tempestade de ideias).
- Você nunca saberá se os documentos e credenciais são reais ou adulterados.
- Fazem montagem com suas fotos.
- Mantêm revista e qualquer coisa que tenha fotos no banheiro.
- Idolatram pessoas totalmente desconhecidas (Bansky, Sagmeister, Basquiat, Paul Rand, etc.).
- Tira fotos para seu diário todos os dias.
- Acham que tudo pode ser resolvido com um Shape ou uma nova Layer.
- Tudo é justificado a esquerda, direito e centro, pelo menos quando estão atrasados.
- Todos odeiam a fonte “Comic Sans” (e amam Helvetica).
- Tomam bebidas de qualquer espécie apenas porque gostam da embalagem.
- Eles roubam placa da rua e orelhões telefônicos.
- Roubam cartazes de shows e eventos e te fazem passar vergonha.
- Amam ténis com cores estranhas e bizarras.
- Usam all star com roupa social e acham o máximo (Cuidado ele pode usar isso no casamento).
- Tem sempre marcas de tintas em suas mãos.
- Eles ficam irritados com as palavras: bonito, feio e artista.
- Eles precisam consultar o Pantone antes de se vestir para saber a combinação correta e para ter um contraste legal.
- Eles odeiam Office (Word, Excel, PowerPoint, Publisher).
- Acham que podem salvar o mundo com um cartaz bonito.
- Eles sempre sabem tudo todo o tempo.
- Gostam de músicas “Indie” (Aquela música que metade da humanidade nunca ouviu falar).
- Criam suas piadas locais, e vão rir daquele video que você achou sem graça no Youtube.
- Lêem livros raros, histórias para crianças e semiótica.
- Eles gastam horas incontáveis em seus espaços, rindo sozinhos, com seu computador (geralmente Mac).
- Sua vida social depende de seus amigos e outro designer.
- A maioria é viciada em tecnologia, ou seja todo o dinheiro da família vai parar na Apple Store.
- Eles gostam de camisas com estampas e alguma brincadeira sobre algo atual ou muito retrô.
- Todos tem suas lojas preferidas, que atendem o público “Staile”.
- Eles viram psicopatas quando você diz que design é apenas desenho.
- Começam a rir sozinho quando pensam em como executar um job.
- Fumam maconha!
- Sempre dizem que podem superar o trabalho dos outros.
- Todos já foram ou cogitarão ser DJs (pelo menos uma vez).
- Costumam vender tudo que compram, livros, revistas, canetas, camisetas (cuidado você está a venda).
- Todos tem personalidade geeks e infantis.
- Gostam de desenhos americanos ou japoneses e passarão horas assistindo.
- Gostam de mudar de cidade, estado país o tempo todo.
- Trabalham retocando foto de modelos e olhando mulheres em grande parte do seu tempo.
- Assistem documentários e vão a museus o tempo todo, não importa o que seja.
- Fumam Camel porque acham a carteira bonitinha.
- Tenha sempre um bom sonho, porque eles trabalham a noite.
Via: Espaço.com

janeiro 22, 2010
Fico muito, mas muito feliz quando vejo coisas assim. Vencedor do Independent Game Festival, Crayon Physucs Deluxe é um game de quebra-cabeças de física 2D, onde você tem a experiência de fazer simples ilustrações transformarem em objetos físicos reais. Resolva quebra-cabeças com a sua visão artística e uso criativo da física. Com uma simplicidade incrível, você sentirá novamente no jardim de infância.
Vejam no link: www.crayonphysics.com


Crayon Physics, simples mas divertido

janeiro 22, 2010
Fico aqui pensando o quanto é bom saber que não estamos sozinhos. Ainda mais quando se trata de algum tema polêmico. Já não é tão novidade assim, mas o site Who killed Bambi faz isso muito bem. Recheado de muito bom humor, diversos colaboradores expõem trabalhos, sempre relacionado a violência, criticas e outros temas tanto quanto polêmicos. Bizarro? Brilhante, eu diria.
Confira: www.whokilledbambi.co.uk
- Ilustração do pessoal da Solution

dezembro 10, 2009
Depois de um período de inércia aqui no blog, vamos tentar voltar a normalidade.
O designer é um profissional que vive “pisando em ovos” . Se vê a todo momento tendo que superar expectativas, lidando diratamente com desejos e egos alheios. Como se isso não bastasse, ainda tem as pressões que ditam seu rítimo, humor e até os batimentos cardíaco. Até ai, normal.
Porém, há aqueles dias “especiais”, em que o designer tem que contar de 1 a 10 para algumas coisas, em pró da convivência, harmonia e boa educação. No entato, o efeito é cumulativo, causando o travamento geral. Nesse caso, só reiniciando mesmo…


novembro 11, 2009

Sugestão by: Dedalus Bueno

novembro 6, 2009
A maioria dos designers devem se identificar com grande parte das características abaixo, principalmente os freelas.
- ter o despertador avisar a hora de ir dormir, e não a hora de acordar;
- ter uma diéta a base de café, Coca-Cola e RedBull;
- ter fones de ouvidos quase implantados na sua cabeça;
- tomar café da manhã, almoço e janta ao mesmo tempo;
- ter os amigos dizerem “Que bonito isso!” mas não entenderem o conceito;
- refazer um job pois ninguém entendeu o conceito;
- ter mais fotos de coisas do que de sua família;
- saber usar o Photoshop, Illustrator, InDesign e Dreamweaver mas não entender como rodar o Excel;
- comprar revistas de R$ 50 mas não ter tempo de ler;
- não conseguir olhar para qualquer coisa gráfica sem tentar melhorá-la na sa cabeça;
- não conseguir andar pelo shopping sem criticar embalagens de produtos;
- ouvir sua vó lhe apresentar orgulhosamente como “artista” para amigos;
- ter sua mãe achar que você trabalha com computadores;
- ser confundido como “técnico em informática” pois “você passa muito tempo na frente daquele tal computador”;
- cobrar o cliente constantemente o briefing e materiais para não estourar o cronograma;
- ver o cliente demorar para enviar o briefing e materiais e depois reclamar que você está estourando o cronograma;
- terminar o projeto após 3 meses e 20 rodadas de aprovação para o cliente dizer “não sei…acho que não ficou muito legal”;
- passar metade do projeto convencendo o cliente que você sabe o que está fazendo;
- passar a outra metade do projeto explicando ao cliente que você está cobrando pelo seu conhecimento;
- ver alguém dizer “Meu sobrinho também faz dizáin“. E quando questionado sobre em qual período ele se encontra, escutar um “Tá terminando o Ensino Médio”;
- acordar se sentido um “garoto de programa” pensando em duas coisas: 1) você precisa parar com isso. 2) você precisa cobrar mais caro por isso;
- passar metade da vida falando pra todo mundo que “logomarca” não existe;
- desistir de ensinar a todo mundo que “logomarca” não existe;
- estranhar aquela luz amarela no céu quando você finalmente sai de casa durante o dia;
- ter que explicar a um cliente que uma gráfica não imprime uma imagem JPG com resolução de 72dpi e em RGB para fazer um outdoor;
- ter que explicar ao cliente o que é JPG, dpi, RGB e “cêmique“;
- ter que explicar que Pantone não é aquele pão com frutas cristalizadas que vendem no natal;
- acordar dia após dia, sabendo que essas coisas nunca vão mudar e mesmo assim pensar: “Eu não me vejo fazendo nada melhor na vida. Amo tudo isso”
Sugestão by: Adamo Alighieri
Via: Design.blog.br
Ser designer é… (Parte I)