Deve servir também para aqueles que só falam mer… bobeiras.

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Anúncios produzidos pela JWT para Listerine.
Como eu havia dito no post “Desenha…” um ótimo exemplo, onde um símbolo, por si só, dá conta de transmitir todo o recado. E nesse caso, de forma muito ilária por sinal.




Via: Ziggyzira
Curte tipografia? Conhece bem as fontes?
Então faça um teste nesse jogo e veja se você consegue identificar as peculiaridades de algumas fontes.
Via: designespaço.com

Confira mais no: springfieldpunx
Criativos e bons exemplos do uso do CSS em corpos. Aquele z-index que sempre pôs ordem nas suas camadas, hein…
Aos Web Designers e Programadores de plantão…
“Design gráfico pode ser o uso extensivo dos símbolos”
Já ouviu aquela famosa e irônica expressão: “Não entendeu? Quer que eu desenhe?” Pois é bem por ai o trabalho de um designer gráfico.
Não que ele precisa saber desenhar, mas precisa passar os conceitos e as informações das mais variadas formas visuais possíveis (seja através das cores, dos símbolos, das formas, das ilustrações, das tipografias, enfim…)
A utilização da liguagem iconográfica no design gráfico é extremamente importante para a agilidade e fuidez da comunicação, então se você souber o que os ícones (imagens, formas, simbolos, etc) representam em seu contexto, você passará a mensagem de forma mais eficaz. E a semiótica também agradece.
Escutei isso em algum lugar, e faz muito sentido: “Se você pode trocar um texto por uma ilustração ou pode complementa-lo com uma, faça.” Claro! Certamente os ícones são indentificados e interpretados mais rapidamente do que um texto.

Fim da amizade entre Helvetica e Arial? (como se algum dia houve alguma). A Arial sempre foi tida como a “irmã feia” da Helvetica, desde a sua conturbada criação.
A Helvetica é uma das fontes mais populares do mundo. Ela é utilizada desde longos textos, peças publicitárias até sinalizações. Uma fonte versátil, simples e bastante legível. Criada em 1957 por Max Miedinger, teve como base para sua elaboração a fonte Akzidenz Grotesk (1898), outra fonte bastante usada e copiada na época, devido as suas formas limpas e bem projetada.
A Arial, por sua vez, é um tipo de “imitação mal feita” da Helvetica, e teve grande difusão devido a Microsoft tê-la implantada nos seus sistemas operacionais. A Arial (só ganhou esse nome depois que foi adotada pela Microsoft) foi encomendada para Monotype em 1982 pela IBM para substituir a Helvetica, devido aos elevados custos de licenciamento. A IBM necessitava de uma fonte com as mesmas características da Helvética, por isso a Monotype também teve como base para criação a Akzidenz Grotesk, que foi copiada com sutis diferenças, daí a semelhaça com a Helvetica.
A Microsoft também cansada de pagar os custos de licenciamento pelo uso da Helvetica, procurou por uma fonte para substitui-la. A Montype então licencia a “Sonora Sans” da IBM para a Microsoft, que a lança no Windows 3.1 em 1992, com o nome de Arial. Inaugurando assim também, em parceria com a Apple, o formato True Type.
A escolha da tipografia correta para um projeto é tão importante quanto o restante dos elementos que o compõe. Uma tipografia mal escolhida poderá por a perder todo o seu trabalho, e não passará a mensagem de forma eficaz. Um profissional atento deve ter uma bagagem mínima de conhecimento das famílias de fontes, e quando não o tem, deve dedicar um tempinho maior na pesquisa da melhor fonte a ser usada no seu trabalho. Mas, às vezes, o “branco criativo” ataca, e pra essas horas algumas referências são importantes.
Abaixo segue um site com uma lista de posters tipográficos. Aprecie com moderação.
Via: nFactory