Da série “anúncios criativos” recebo mais um para a vaga de Arte-Finalista. Esse veio finalizado da Borrows Brasil (SP).
Da série “anúncios criativos” recebo mais um para a vaga de Arte-Finalista. Esse veio finalizado da Borrows Brasil (SP).
Esse e outros cartões em Etsy.
Projetos ecologicamente corretos estão, cada dia mais, sendo levados em consideração. A preocupação com o meio ambiente e a sustentabilidade começam a fazer parte dos ideais das empresas conscientes, e estas, quando têm sua imagem atrelada a estes propósitos, dão um grande passo em direção aos anseios de uma sociedade cada vez mais “antenada” no consumo consciente, embora não pareça tão evidente.
No entanto, há muito que fazer, e o design com seu caráter multidisciplinar e poder de criação de soluções sustentáveis de comunicação, será essencial para as inovações dos novos projetos, sejam eles em qual área do design for (não, design de sobrancelhas ainda não! ^^). Essa mudança de paradigma vai requerer uma revisão de conceitos, além do conhecimento de novas tecnologias e materiais, a fim de desenvolver alternativas criativas e sustentáveis.
A utilização de materiais de pouco impacto ambiental não deve comprometer o objetivo do projeto só para ganhar uma cara “eco”. O risco de se cair num clichê de ecologicamente correto fará com que o projeto não ganhe a força de comunicação e a expressão necessária.
Seguindo a linha das ecobags, que viraram moda como alternativa ecologicamente correta às sacolas plásticas, encontrei esse case para notebook sul africano feito com sacos de cimentos não utilizados, vendido e/ou criado pela Etsy. Alguns objetos acabam deixando de ser alguma solução ecológica para se tornarem objetos de design ou estilo.
A maioria dos designers devem se identificar com grande parte das características abaixo, principalmente os freelas.
- ter o despertador avisar a hora de ir dormir, e não a hora de acordar;
- ter uma diéta a base de café, Coca-Cola e RedBull;
- ter fones de ouvidos quase implantados na sua cabeça;
- tomar café da manhã, almoço e janta ao mesmo tempo;
- ter os amigos dizerem “Que bonito isso!” mas não entenderem o conceito;
- refazer um job pois ninguém entendeu o conceito;
- ter mais fotos de coisas do que de sua família;
- saber usar o Photoshop, Illustrator, InDesign e Dreamweaver mas não entender como rodar o Excel;
- comprar revistas de R$ 50 mas não ter tempo de ler;
- não conseguir olhar para qualquer coisa gráfica sem tentar melhorá-la na sa cabeça;
- não conseguir andar pelo shopping sem criticar embalagens de produtos;
- ouvir sua vó lhe apresentar orgulhosamente como “artista” para amigos;
- ter sua mãe achar que você trabalha com computadores;
- ser confundido como “técnico em informática” pois “você passa muito tempo na frente daquele tal computador”;
- cobrar o cliente constantemente o briefing e materiais para não estourar o cronograma;
- ver o cliente demorar para enviar o briefing e materiais e depois reclamar que você está estourando o cronograma;
- terminar o projeto após 3 meses e 20 rodadas de aprovação para o cliente dizer “não sei…acho que não ficou muito legal”;
- passar metade do projeto convencendo o cliente que você sabe o que está fazendo;
- passar a outra metade do projeto explicando ao cliente que você está cobrando pelo seu conhecimento;
- ver alguém dizer “Meu sobrinho também faz dizáin“. E quando questionado sobre em qual período ele se encontra, escutar um “Tá terminando o Ensino Médio”;
- acordar se sentido um “garoto de programa” pensando em duas coisas: 1) você precisa parar com isso. 2) você precisa cobrar mais caro por isso;
- passar metade da vida falando pra todo mundo que “logomarca” não existe;
- desistir de ensinar a todo mundo que “logomarca” não existe;
- estranhar aquela luz amarela no céu quando você finalmente sai de casa durante o dia;
- ter que explicar a um cliente que uma gráfica não imprime uma imagem JPG com resolução de 72dpi e em RGB para fazer um outdoor;
- ter que explicar ao cliente o que é JPG, dpi, RGB e “cêmique“;
- ter que explicar que Pantone não é aquele pão com frutas cristalizadas que vendem no natal;
- acordar dia após dia, sabendo que essas coisas nunca vão mudar e mesmo assim pensar: “Eu não me vejo fazendo nada melhor na vida. Amo tudo isso”
Sugestão by: Adamo Alighieri
Via: Design.blog.br
Ser designer é… (Parte I)
Esse tema já foi, e ainda é, bastante discutido. As opiniões são divergentes, há quem diga que design não é arte, e designers não são artistas. E tem aqueles que consideram o design como arte, como uma forma de expressão, além dos designers que se consideram artistas.
Essas duas áreas têm pontos em comuns, o que gera a maioria das discussões. Ambos trabalham na concepção de algum elemento visual utilizando de seus conhecimentos, porém, se focarmos no propósito dessa criação podemos notar as diferenças entre eles, talvez, essa seja a mais fundamental diferença.
Retirado do blog Webdesigner Depot, cito alguns pontos de vista sobre as diferença entre design e art. Para leitura completa do post (em inglês) e download dos wallpapers acesse o blog.
Boa arte inspira. Bom design motiva.
- Normalmente, o processo de criação de uma obra de arte começa com nada, uma tela em branco. Uma obra de arte resulta de uma visão ou opinião ou sentimento que o artista tem dentro de si. Eles criam a arte de compartilhar esse sentimento com os outros, para permitir que os telespectadores se relacionar com ela, aprender com ele ou ser inspirado por ela.
- Em contrapartida, quando um designer pretende criar uma nova peça, elas quase sempre têm um ponto fixo de partida, uma mensagem, uma imagem, uma idéia ou uma ação. O trabalho do designer não é inventar algo novo, mas de comunicar algo que já existe, para uma finalidade.
A boa arte é interpretada. O bom design é compreendido.
- Apesar do artista se propor a transmitir um ponto de vista ou a emoção, não quer dizer que o ponto de vista ou a emoção tem um significado único. A Arte conecta com pessoas de maneiras diferentes, porque é interpretada de forma diferente.
- Design é o oposto. Muitos dirão que, se um projeto pode ser “interpretado” em tudo, ele falhou em seu propósito. O objetivo fundamental do projeto é o de comunicar uma mensagem e motivar o espectador a fazer alguma coisa.
Boa arte envia uma mensagem diferente para todos. Bom design envia a mesma mensagem para todos.
- Muitos designers consideram-se artistas por criar algo visualmente atraente, algo que seria orgulho para as pessoas pendurarem em uma parede e admirar. Mas uma composição visual destina-se a realizar uma tarefa específica ou comunicar uma mensagem especial, não importa o quão bonito, não é arte. É uma forma de comunicação, apenas uma janela para a mensagem que ele contém.
- Poucos artistas se autodenominam designers, porque eles parecem entender melhor a diferença. Artistas não criam os seus trabalhos para vender um produto ou promover um serviço. Criam-lo unicamente como um meio de auto-expressão, de modo que possa ser visto e apreciado por outros. A mensagem, se é que podemos chamar assim, não é um fato, mas um sentimento.
Bem… essas considerações estão longe de ser verdades absolutas e tampouco esgota as possibilidades de discussão sobre o tema. Alguns podem concordar, outros nem tanto. Você tem alguma opinião sobre o tema? Deixe seu comentário.
O ano de 2010 será marcante para o mundo acadêmico do design curitibano. Em sua 20° edição, o Encontro Nacional de Estudantes de Design, ou mais conhecido como N Design, irá voltar a sua cidade de origem. Curitiba foi a sede da primeira e da oitava edição deste evento nacional que aconteceu em 1991 e 1998, respectivamente, e será novamente em 2010, comemorando os seus 20 anos de existência. Desde seu surgimento, diversas cidades e regiões do país já sediaram o evento, como Santa Maria – RS, Rio de Janeiro – RJ, São Luís – MA, Manaus – AM e Recife – PE. A última edição aconteceu no mês de julho de 2009 em Pernambuco.
Este evento é muito importante para o mundo estudantil de design, criado vista à necessidade dos acadêmicos em articular, integrar-se e trocar informações sobre o Design no país. Sua programação oferece diversas atividades como oficinas, palestras e debates direcionados aos estudantes, visando suprir suas necessidades e desejos que vão além das universidades.
A CONDe (comissão organizadora do N Design) de Curitiba começou a construir sua proposta em dezembro de 2008 para apresentá-la ao CONE Design em janeiro de 2009 e entrar na disputa por sediar o N 2010. Durante os meses que se seguiram foram feitos diversos aprimoramentos no projeto que foi novamente apresentado na reunião do CONE no N Design Pernambuco, quando, por meio de votação dos representantes dos cursos de Design das universidades brasileiras, Curitiba ganhou o direito de sediar o evento pela terceira vez. A proposta da CONDe Curitiba é fazer um N Design com formato de imersão, ou seja, um evento onde todas as atividades serão concentradas em um mesmo local. Para isso está sendo desenvolvida uma cidade-evento, que visa agregar os locais de atividades com a estrutura necessária para que os “encontristas” passem a semana do evento se concentrando na discussão e na produção dentro do design.
O N Design possui atualmente como base o CONE Design (Conselho Nacional de Estudantes de Design), órgão criado em 1998 que tem como objetivo unir os estudantes em prol de discussões e melhorias dos seus contextos. Tanto o CONE Design quanto o N Design são organizados exclusivamente por estudantes, porém englobam docentes e profissionais da área, devido a sua força adquirida durante os anos. Atualmente o evento conta com uma média de 2.500 estudantes, sendo que a 17° edição em Florianópolis conseguiu, além de inovar em seu formato de evento mais horizontal, uma participação de aproximadamente 4.500 estudantes. Isto torna o N Design um evento de grande impacto ao mundo acadêmico do design, atraindo diversos participantes da America Latina e de outras regiões do mundo e possivelmente impactando no futuro do mercado e da produção do design brasileiro.
Venha construir conosco: www.ndesignimersao.com

Confira outros ótimos gráficos e ilustrações com toque de humor em: Lunchbreath
Mais algumas amostras:
Essa do hot dog é de fazer rever alguns conceitos alimentares.
Quando o layout vai para a aprovação do cliente, a expectativa por um retorno positivo toma conta. Qualquer ressalva feita pode tomar grandes proporções, vai depender do seu apego com a “arte” e do empenho que você se dedicou à ela.
Porém, muitos clientes submetem o seu trabalho a avaliações de terceiros, (vizinho, sobrinho, colega, papagaio, mãe, o financeiro, gregos, troianos…) aí meu amigo, não há conceito que fique intacto.
Se você sempre tem seus layouts submetidos a uma “comissão julgadora”, confira este guia do GraphJam e não tenha mais supresas.

- Se você tiver duas versões de um arquivo, o errado irá para impressão.
- Quanto menos tempo você tem pra fazer o trabalho, mais lento o computador vai ficar.
- Se o texto é composto por duas palavras, uma terá um erro ortográfico.
- Velocidade. Qualidade. Acessibilidade. Escolha duas.
- Se três layouts são apresentados a um cliente, o seu menos favorito será escolhido ou qualquer combinação dos componentes entre os piores.
- Se dois layouts são apresentados, um terceiro será solicitado. Se fornecido, então um dos dois primeiros será escolhido.
- Se você perguntar pelo texto, lhe será enviado como JPG e se você perguntar pelas imagens, vão te enviar uma apresentação do Powerpoint.
- Os clientes não têm seu logotipo em formato para impressão, por isso não se incomode em perguntar.
- Se você perguntar pelo logotipo, lhe será enviado o que ele usa no site. (Sinta-se com sorte, pois você não teve que ouvir ele dizendo: – Pega lá no meu site)
- Se você pedir em vetor, ele vai te mandar um .CDR ou .AI… (Yes! \o/) …com a logo utilizada no site importada no arquivo.
- Os melhores designs nunca sobrevivem o contato com o cliente.
- Médicos, arquitetos, encanadores… necessitam de formação para fazer o seu trabalho, mas qualquer pessoa com um computador pode um designer gráfico. (e agora jornalista também)
- Seu cliente, às vezes não gosta do seu layout, mas também não sabe bem o porquê.
- A probabilidade do computador dar pau exatamente 30 segundos antes de salvar, é diretamente proporcional a importância do trabalho.